No final da tarde deste sábado (10), o Hospital de Caridade Brasilina Terra (HCBT) utilizou suas redes sociais para divulgar uma nota de esclarecimento sobre informações relacionadas ao atendimento de gestantes em Tupanciretã.
Na manifestação, a instituição destaca que conteúdos que vêm circulando não condizem com a realidade do atendimento prestado no município e reforça que não há irregularidades no fluxo adotado para os casos de gestação.
Confira a nota na íntegra:
“ESCLARECIMENTO IMPORTANTE SOBRE AS GESTANTES – HCBT
Circulam informações que não condizem com a verdade sobre o atendimento às gestantes em Tupanciretã.
Por isso, é importante esclarecer:
- O Ministério Público do RS investigou a situação;
- O caso foi arquivado, pois não foi encontrada nenhuma irregularidade;
- O HCBT não é maternidade do SUS, por critérios técnicos e legais;
- As gestantes são encaminhadas para Santa Maria, conforme acordo regional de saúde;
- Não houve abandono, negligência ou falta de atendimento.
Todas essas informações constam em documento oficial do Ministério Público, disponível para consulta pública.
- Opinar é direito de todos.
- Mas espalhar informação falsa sobre a saúde das gestantes não é correto.”
A investigação conduzida pelo Ministério Público teve como objetivo apurar a suposta ausência de profissionais médicos especializados para o atendimento de gestantes no hospital, o que resultaria no deslocamento das pacientes para outros municípios.
O procedimento foi instaurado junto à Promotoria de Justiça de Tupanciretã, a partir de ofício encaminhado pelo vereador Claudiomiro Cordeiro dos Santos, que relatou casos de partos ocorridos em ambulâncias durante o trajeto. No documento, o parlamentar solicitou providências para a contratação de ginecologistas-obstetras, anestesiologistas, pediatras e clínicos gerais.
Após a apuração, o processo foi arquivado em 10 de novembro de 2025 e permanece disponível para consulta pública, junto de outros processos no diario eletronico do MPRS Edição 4154, no site do Ministério Público do Rio Grande do Sul.
A reportagem entrou em contato com o parlamentar, que voltou a destacar a existência de outros casos de partos ocorridos em ambulâncias, sinalizando que deverá novamente acionar o Ministério Público do Rio Grande do Sul, apresentando novas informações sobre o caso.
Fonte: Ministério Público do RS
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